Pesquisas indicam que a lagarta da goiaba, popularmente chamada de “bicho da goiaba”, se alimenta apenas da polpa da fruta e não oferece perigo à saúde humana. Apesar de causar repulsa em algumas pessoas, ingerir acidentalmente essa lagarta não traz riscos, já que ela é digerida pelo organismo como qualquer outra fonte de proteína. Especialistas apenas recomendam lavar bem as frutas antes de consumi-las, garantindo a higiene e prevenindo a presença de outros contaminantes.
Para eliminar o bicho da goiaba (mosca-da-fruta), use o ensacamento das frutas (quando pequenas) como método físico, ou aplique soluções naturais como água com sabão e água sanitária, ou a mistura de enxofre com detergente, ou ainda a calda feita de caroço de abacate, sempre desde a floração, além de usar armadilhas com melaço e sucos para capturar as moscas adultas e quebrar o ciclo da praga.

O controle com agroquímicos é realizado com pulverizações. Ao invés de utilizar o tradicional pulverizador, utiliza-se um atomizador para que o inseticida fosfarado seja aplicado uniformemente em toda a goiabeira. Nesse caso, o alvo são as mariposas, que podem se disseminar rapidamente pelo pomar. Quando eliminadas desde o início, o ciclo da praga é interrompido.
Outra recomendação de suma relevância é realizar o método de controle químico da broca-da-goiabeira todos os anos. Antes de aplicar o produto na frutífera, deve-se realizar a raspagem do tronco da goiabeira, para remover os excrementos, onde estão ocultas as larvas. O procedimento expõe a praga, o que facilita a ação do fungicida. Com isso, o extermínio da broca ocorre com eficiência e eficácia.

Vale ressaltar que quaisquer agroquímicos a serem utilizados pelo produtor de goiaba devem ser registrados no Mapa e prescritos por engenheiro agrônomo. Além disso, uma medida de segurança a ser tomada pelo responsável pela aplicação é usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Afinal os produtos são altamente tóxicos e prejudiciais à saúde.



